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segunda-feira, 17 de setembro de 2012

O que não fazer... Para não errar!!!



Imagem 1/11: Excesso de blush, cílios postiços descolando, gafes com pó finalizador, batom que deixa o rosto pálido ou mesmo uma combinação de cores duvidosa, esses são alguns dos erros de maquiagem que as famosas andam cometendo por aí, mostrando que nem as celebridades mais bonitas e famosas estão livres de derrapadas de estilo; veja a seleção a seguir e aprenda como não cometer os mesmos deslizes AgNews/MontagemUOL

Imagem 2/11: Não existe uma combinação proibida de cores na maquiagem, mas algumas são mais difíceis de acertar do que outras. Azul e rosa sozinhos já seriam complicados para a pele morena de Babi Rossi. Mas juntos e os dois em tons superabertos e saturados realmente não favoreceram a "panicat". E usar uma maquiagem que não favoreça sua beleza é um erro AgNews



Imagem 3/11: Aqui, Babi Rossi voltou a ousar na combinação de cores, com um pouco mais de sucesso, já que tanto o coral do batom quanto o verde dos olhos combinam com sua pele e entre si. Desta vez, no entanto, o problema foi a aplicação: o lápis verde acabou com o formato dos olhos, mas o grande erro é o batom nos dentes! Pode acontecer com qualquer uma, mas faltou uma amiga para avisar AgNews


Imagem 4/11: Este tipo de batom lilás já está mais do que batido, mas não seguir a moda não é um erro. Erro é escolher um batom que não combine com você. Neste caso, Juliana Knust fez as duas coisas, e a cor do batom deixou a morena com um visual abatido 


Imagem 5/11: Ousar é bom, mas é preciso testar antes de um evento importante, como Bérénice Marlohe na estreia de um filme no Festival de Cannes. O teste serve para duas coisas: saber se a maquiagem fica realmente como o imaginado, e saber se o produto escolhido serve para a proposta. Aqui, a atriz arriscou um supertraço sob os olhos, que teria ficado bonito e dramático se a maquiagem tivesse aguentado as expressões da moça e não borrado Getty Images



Imagem 6/11: Além de Bérénice, há outros casos em que a aplicação e a escolha do produto podem derrubar um look. Débora Nascimento estaria linda e natural como sempre com esta maquiagem que valoriza sua beleza natural... se não fosse a escolha do pó que já derrubou muita gente na frente dos flashes. Além do clássico efeito "panda invertido" nos olhos, a atriz ganhou um "bigodinho de leite". Isso acontece porque pós iluminadores e corretivos refletem a luz - alguns mais do que outros - e a combinação de uma mão pesada em um superrefletor com os flashes dos fotógrafos pode ser desastrosa AgNews


Imagem 7/11: Fiorella Mattheis é outra que estaria linda, se não fosse um pequeno detalhe: o cílio postiço estava mal aplicado e descolando, dando à loira uma cara de final de festa logo na chegada AgNews



Imagem 8/11: Poucas coisas levantam tanto uma maquiagem quanto o blush. Por isso, é muito comum a gente se empolgar e acabar pesando a mão. Com bochechas e a ponta do nariz quase tão vermelhas quanto seu batom, Giovanna Lancelotti não escapou da praga do excesso de blush AgNews


Imagem 9/11: É muito difícil maquiar uma pele superbronzeada como a de Aryane Steinkopf. Aqui, a maquiagem da loira tem dois grandes erros básicos: a pele do rosto está super matificada e muito mais clara do que a brilhante e bronzeada pele do pescoço e colo; além disso, a sobrancelha feita a lápis ficou muito marcada e artificial AgNews



Imagem 10/11: Mais um tropeço envolvendo o bronzeado: Dani Bolina exagerou no sol. Acontece. Mas a escolha do batom, bem mais claro, apagando a boca e criando um contraste com a pele, reforçou ainda mais a pele queimada. Uma cor mais escura poderia ter ajudado a disfarçarAgNews



Imagem 11/11: Ninguém é obrigada a ser escrava da maquiagem e andar produzida o tempo todo. Quem nunca aplicou o "vou assim mesmo" quando os amigos chamam para um programa de última hora. Normal. Mas quando a gente volta para casa e se olha no espelho ou vê as fotos nas redes sociais, muitas vezes o pensamento é "não custava um rimelzinho...". Talvez Carolina Ferraz tenha se sentido assim depois deste show no Rio AgNews


quarta-feira, 12 de setembro de 2012

SEJA VOCÊ TAMBÉM UM(A) EMPREENDEDOR(A) DE SUCESSO


10/09/2012 07h21

Empreendedores largam empregos e quadruplicam renda no Amazonas

Empreendedores quadruplicam renda mensal em menos de dois anos. Brasileiros não incentivam empreendedorismo, segundo empresários.

Girlene Medeiros do G1 AM
Obtenção do carro rosa é um das maiores conquistas na carreira da Mary Kay percorre e é o próximo passo de Fabiane (Foto: Arquivo Pessoal-Fabiane Andrade)
Compra do carro dos sonhos é um das maiores conquistas na carreira da Mary Kay percorre e é o próximo passo de Fabiane (Foto: Arquivo Pessoal-Fabiane Andrade)

Construir o próprio negócio e ser chefe de si próprio. Quem nunca pensou em seguir esse caminho de promessas de maior qualidade de vida e retorno financeiro? Para isso, porém, a vida de empreendedor não é fácil e exige estudo, perseverança e disciplina. Mesmo com as exigências, alguns amazonenses estão desenvolvendo a veia empreendedora e, de acordo com o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Amazonas (Sebrae/AM), 25 mil pessoas já se cadastraram como Empreendedor Individual (EI) desde o início do programa em 2010.

O programa EI do Sebrae legaliza quem trabalha por conta própria, mas há ainda aqueles  que trilham o próprio negócio em comércios, localizados no bairro onde moram, ou em empresas que entraram no ramo do Marketing Multinível, no qual grandes companhias incentivam a distribuição de bens e serviços por distribuidores independentes.

É o caso da diretora de vendas independente da empresa Mary Kay, Fabiane Andrade. A ideia dela era sair do modelo padrão empregado-empregador que prevalece no imaginário brasileiro. Segundo ela, a renda familiar que não passava de R$ 2 mil passou aumentou em quatro vezes desde que decidiu virar empreendedora.

“No início, mantive meu emprego com o meu negócio, mas depois foi nítido que a minha segunda renda estava virando a minha principal. Foi quando deixei de ser assalariada. Ganho R$ 8 mil em média e tenho qualidade de vida, trabalho meu desenvolvimento pessoal e profissional, posso ser minha própria chefe, conduzo meu negócio de acordo com minhas possibilidades e ganho muito mais do que ganhava antes. Hoje, meu negócio é quem paga todas as minhas contas e não tiro um R$ 1 por fora”, enfatizou a jovem diretora.

Um bom exemplo de que ser empreendedor é rentável, mas também significa muito trabalho é o do engenheiro elétrico Jucélio Costa. Após dez anos trabalhando na Eletrobrás Amazonas Energia, ele largou a empresa para iniciar um caminho diversificado que passa por Marketing Multinível, gestão de três lojas de informáticas em locais nobres da capital e representações comerciais.

De acordo com Jucélio, o empreendedor colhe maravilhosos frutos do próprio negócio, mas tem que estar preparado para viver uma montanha-russa emocional, estar aberto a novas ideias e formas de aprendizado, além de aprender a ousar, saindo da zona de conforto.

“Quando saí da Eletrobrás, ganhava mais com marketing, mesmo sendo engenheiro. Eu nunca tive espírito de sempre ficar recebendo ordens e nunca gostei de muito de ficar preso a um determinado padrão. Sempre quis estar à frente. Quando deixei meu salário certo todo mês, minha mãe me chamou de louco, mas segurança para mim é comprar o quanto ganho com uma ou outra estratégia”, disse.

A vida de empreendedor iniciou em 1995 e, ao que parece, não terá fim para Jucélio. “Um engenheiro hoje na mesma função que eu trabalhava ganha uns R$ 6.300. A vida de empreendedor não é uma constante, mas, atualmente, no meu mês mais fraco, tenho de R$ 8 a R$ 9 mil em caixa. Isso sem contar meses excepcionais que chego aos R$ 25 mil. Definitivamente, não troco meu pior mês como empreendedor pelo meu melhor mês como empregado assalariado”, ressaltou.

Formação brasileira


O empreendedorismo ainda parece ser um mundo a ser descoberto por grande parte dos amazonenses. E muito desse comportamento está relacionado a educação brasileira. É o que pensa os empreendedores entrevistados pelo G1

Para Jucélio Costa, a visão predominante é que o mais seguro é ter um emprego fixo. “As pessoas são muito imediatistas e não entendem que é preciso estudar, ter vontade de mudar a realidade e investir nos primeiros meses, dispondo de paciência e potencial de adaptação. Alguns acham que vão entrar numa fria ou não se informam sobre impostos e se esquecem que é necessário investir para ganhar. O problema é que a nossa educação não é trabalhada em cima de você ter o controle da tua vida”, ressaltou.

Fabiane Andrade, da Mary Kay, compartilha da mesma opinião. Apesar de acreditar que as oportunidades são abertas para todos, muitos não conseguem ter a garra e visão de empreendedor. “Infelizmente, no Brasil, não é todo mundo que está preparado para isso,
mas também acredito que toda pessoa que quiser pagar o preço de trabalhar muito, consegue conquistar coisas muito grandes e sair do modelo-padrão: ou sou empregado, ou presta concurso público”, finalizou.